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quinta-feira, 14 de julho de 2016

Sobre os caminhos não planejados

Bom, eu voltei.

Enfim, quando eu escrevi a minha primeira postagem, eu estava carregada de emoções e falei bastante sem não dizer nada. Pode ser culpa da TPM ou simplesmente do meu lado rainha do drama. Vai saber.

O motivo que eu estava aborrecida, preocupada, e que até gerou o nome do blog foi com o meu futuro. Com os meus quase vinte anos, ando pensando bastante sobre ele, Especialmente com o meu futuro acadêmico, e como eu posso crescer nele. E principalmente, o que me deixou triste é a dificuldade de lidar com o fato que o que eu sonhei, e idealizei, não aconteceu da maneira que eu gostaria.

Eu tinha um plano, terminar a escola, passar um ano descansando e me preparando, e passar para uma faculdade estadual, provavelmente de jornalismo. Esse era o plano, a figura que eu idealizei na minha cabeça. Hoje, faço faculdade a Distância de Licenciatura de História. Eu gosto dela, mas não era o que eu planejei. E aí está a dificuldade.

Sonhos são importantes, e eu sempre tive vários. Eles te ajudam a criar esperanças, objetivos. Conseguem levar uma pessoa para frente. Alguém que não sonha, tem grandes chances de se tornar estagnado.

Mas como bem já disse Alvo Dumbledore, "Não vale a pena mergulhar nos sonhos e esquecer de viver" o que eu assumo que foi um erro meu durante muito tempo. Foquei demais no planejamento do futuro e esqueci-me do presente. Essa lição eu apreendi, mas ainda tenho que apreender outra, que é entender que as coisas nem sempre vão sair como planejado. E isso é Ok.

A impressibilidade, o novo, podem ser assustadores. Afinal, como agir, como se portar, em um ambiente que você nunca conheceu ou ao menos pensou que iria conhecer? E como dizer adeus para aquela vida que você planejou? São perguntas complicadas, e eu não tenho as respostas completas. Ainda estou tateando no escuro em muitos sentidos.  Mas aí fica a pergunta: Quem não está?